NOME DO (s) ALUNO (S)
Cleuma Ribeiro, Regiane Freire e Roberta Lima
Rio Branco
outubro /2011
Introdução (Português como segunda língua para os surdos - PSLS)
O projeto visa mostrar como ensinar português escrito para o aluno surdo.
OBJETIVOS
Cleuma Ribeiro, Regiane Freire e Roberta Lima
Rio Branco
outubro /2011
Introdução (Português como segunda língua para os surdos - PSLS)
O projeto visa mostrar como ensinar português escrito para o aluno surdo.
OBJETIVOS
Objetivo geral
Incluir a metodologia do ensino de português como segunda língua para surdos na sala de recursos, fazendo que os mesmos venham adquirir a escrita do português, contexto e sua funcionalidade por meio específico de ensino, viabilizando a Libras e o português escrito como línguas de instrução.
Objetivos específicos
Fazer com que o aluno surdo aprenda o português escrito por meio de língua de sinais, como instrução;
Levar a construção de conceitos em sala de aula possibilitanto a ampliação das competências linguísticas do sujeito surdo, tanto el libras como em língua portuguesa escrita;
JUSTIFICATIVA
O presente projeto se justifica pela necessidade de dar subsídios teóricos e práticos voltados a construção do conhecimento de mundo por meio de língua de sinais e da língua portuguesa escrita, Logo é preciso compreender os aspectos linguísticos surdo/surdez, suas especificidades e análise linguística na sala de recursos. Estas ações de ensino de L1 (Libras) e L2 (Língua Portuguesa escrita) são recursos essenciais para aquisição de ambas as línguas.
REFERENCIAL TEÓRICO
Com base nos pressupostos legais da Constituição Federal de 1988, o artigo 205 prevê o direito de todos à educação, onde os surdos nesta perspectiva inclusiva tem os mesmos direitos de a educação por meio de sistema especifico, modo que possam dar conforto para o processo de ensino aprendizagem destes alunos.
A fundamentação filosófica pressupõe que todos os alunos de uma comunidade, independente de suas necessidades educacionais especiais, etnia, gênero, diferenças lingüísticas, religiosas, sociais, culturais, entre outras, tem o mesmo direito de acesso à escolarização, com o grupo de sua faixa etária e que a escola deva acolher e valorizar as diferenças.
A educação especial, por sua vez, converte-se em uma modalidade transversal de educação escolar que permeia todos os níveis, etapas e modalidades de educação, por meio da realização do atendimento educacional especializado - AEE, definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais, orientando e colaborando com a educação regular comum, em benefício de todos os alunos.
Com base em corrente filosóficas os surdos passam por três momentos: o oralismo, comunicação total e bilinguismo, onde este último busca o desenvolvimento linguístico dos surdos por meio de Libras e português escrito com uma metodologia especifica/visual.
O oralismo é o domínio de uma língua oral sobre a de sinais, com o foco no aspecto clinico, já a comunicação total havia uma visão e preocupação com o aprendizado, então o bilinguismo aborda a aquisição de língua de sinais e de língua portuguesa escrita para uma socialização entre surdos e ouvintes.
O bilinguismo se deu pelo reconhecimento da língua por meio de lei 10.436/02 com a oficialização, da língua de sinais.
METODOLOGIA
Para a elaboração deste projeto, utilizamos algumas referencias bibliográficas como: livros, revistas e endereços eletrônicos, em um segundo momento srá trabalhado em Libras como metodologia de ensino para surdos com objetivo de ensinar o português escrito.
BIBLIOGRAFIA
GAIO, Roberta; MENEGHETTI, Rosa G. Krob. Caminhos da Educação Especial no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2004.
ALVES, carla barbosa. A Educação Especial na perspectiva da Inclusão Escolar: Abordagem bilíngue na escolarização de pesssoas com surdez / Carla barbosa Alves, Josemário de Paula ferreira, Milene Macedo Damásio. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.
Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: Caminhos para Prática Pedagógica Heloiza Maria Moreira Lima Sales...[et al.]. – Brasília: MEC, SEESP, 2005.
MEC, BRASIL. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, 1999. www.mec.gov.br
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Amiga!!
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